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Ataques em meios de pagamento preocupam universo das finanças

2 de maio de 2016

Link Consultoria Digital

Phishing e trojans financeiros são hoje os responsáveis pela maior parte de ataques cibernéticos no Brasil. Sua evolução como malware quanto à sofisticação e nível técnico preocupam os players de toda cadeia financeira e dos meios de pagamento, já que o Brasil lidera o índice de ataques ao sistema financeiro no mundo. A constatação parte de um estudo realizado pela Karspersky – desenvolvedora de soluções de proteção.

O Congresso Cards, que ocorre entre 15 e 17 de junho, no Pavilhão Azul do Expo Center Norte – durante a feira CARDS PAYMENT & IDENTIFICATION 2016, promovida pela Informa Exhibitions –, discutirá, entre outras questões, duas dúvidas lançadas por especialistas das finanças e pelo estudo da Karspersky. Faltam barreiras para conter os acessos criminosos ou há muitas falhas nas entradas dos sistemas? A resposta é sim nos dois casos. A proteção aos ataques deve considerar não somente as ameaças criadas no país de origem do sistema financeiro mas também de outros países. Os ataques são desenvolvidos de acordo com a evolução das defesas. Ou seja, é como um vírus mutante. Proteção confiável, portanto, deve considerar todos os elos da cadeia de pagamento.

A significativa adesão no Brasil dos cartões de crédito e débito, além dos dispositivos móveis como meio ágil e confortável de pagamento, alterou a realidade de quem paga e recebe. Por isso, o desenvolvimento de sistemas antifraude evoluiu para atender à demanda de defesa. Há alguns tipos mais comuns de fraudes, principalmente no e-commerce como, por exemplo, o roubo do número de cartões de crédito e seu respectivo código de segurança. Ou aquele em que o nome do comprador na fatura de compra é diferente do titular do cartão. Há ainda o que se considera de autofraude, quando o consumidor compra, recebe e reclama o não recebimento à instituição que vendeu.

Para Luis Veiga, diretor da Informa Exhibitions, o desafio também está lançado aos desenvolvedores de aplicações voltadas à tendência de Internet das Coisas, dispositivos wearable e nearable. “A tecnologia avança rapidamente e define cada vez mais o comportamento das pessoas, e como consequência os meios de pagamento por elas utilizado. A adesão massiva de dispositivos e de meios de transações vai gerar uma demanda tanto para os desenvolvedores quanto para segurança atenderem.” A afirmação se ratifica com a notícia divulgada pelo BT Group, que anuncia a intenção de contratar em um ano 900 pessoas para trabalhar na segurança, com a meta de proteger clientes, empresas e governos da crescente ameaça do crime cibernético.

 

Fonte: SEGS

 

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